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Metadados em Ambiente SIG

A Importância dos Metadados em Geotecnologias

Em seus projetos, você costuma dar atenção aos metadados? Este é um tema que merece nossa atenção ao trabalhar com sistemas de informações geográficas (SIG), banco de dados geoespaciais e outras geotecnologias é a utilização adequada de metadados (metadata).

CONCEITO E IMPORTÂNCIA DOS METADADOS

Muitas vezes a aplicabilidade dos metadados e sua importância são simplesmente ignorados. Mas, o que são e para que servem os metadados? Este artigo visa clarificar este assunto.

O que vem em sua mente ao ouvir falar ou ler sobre metadados? Neste artigo e no vídeo abaixo (Metadados em Geotecnologias) tratamos desta questão.

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https://www.youtube.com/watch?v=USXtdwLRebw

Alguns acreditam que este termo seja apenas um sinônimo de dados digitais, tais como arquivos de dados (geográficos ou não) como um shapefile, um arquivo KML ou mesmo um documento gerado em uma suíte de escritório.

Metadados em Ambiente SIG

Na realidade o conceito correto de metadados não é esse.

Grave bem isso: Costuma-se dizer, corretamente, que metadados são dados sobre dados ou dados que descrevem outros dados.

Um exemplo bem genérico: Quando você salva um documento de texto, o arquivo grava metadados tais como nome do autor e datas de criação/modificação.

METADADOS EM SIG

Já passando para área de Geotecnologias, sabemos que o shapefile é composto de arquivos obrigatórios de extensões SHP, SHX e DBF, além de outros “opcionais” como o de extensão PRJ.

Este último é um arquivo de texto que apresenta um metadado muito importante: O sistema de referência/projeção cartográfica do seu shapefile. Ou seja, ele contém dados ou descrições sobre seu dado geográfico.

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Partindo agora para o ambiente SIG e ilustrando diretamente com o que acontece no QGIS, se você carregar uma camada de informação (vetorial ou raster) e acessar as propriedades deste plano, você poderá navegar até a aba Metadados (imagem abaixo). Você já havia notado este detalhe?

Visualização de Metadados: QGIS

Note algumas das informações descritas nesta aba: tipo de armazenamento (ESRI Shapefile), fonte (caminho lógico até o arquivo), tipo de geometria, número de feições da camada, o que é possível fazer com seu dado, o retângulo envolvente da área representada, e o sistema de projeção cartográfica (conteúdo do arquivo PRJ).

Com estas informações você pode, entre outras coisas, organizar melhor seus projetos, bem como ter maiores condições de encontrar um erro de compatibilidade (escala, extensão) ou outro que surja durante alguma operação.

Organização sempre é bom, e como já comentado os metadados nos ajudam muito neste aspecto. Há possibilidade de ser organizar seus dados de acordo com vários critérios (área geográfica, tipo de geometria, etc).

Em resumo, os metadados são mais uma característica dos dados geográficos a ser explorada, pois utilizados de forma adequada podem contribuir para a eficiência e eficácia de seus trabalhos.

O que acharam deste breve artigo? Deixem seus comentários (opinião, sugestão, dúvidas) sobre este tema. Leia também:

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